ESSE AMOR E PRA VIDA TODA AQUI NESTE BLOG...VAMOS MOSTRAR DE TUDO UM POUCO....VAMOS TER MUITO AMOR E MUITO CARINHO...
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
amor....
Amei-te por te amar
Amei-te e por te amar
Só a ti eu não via...
Eras o céu e o mar,
Eras a noite e o dia...
Só quando te perdi
É que eu te conheci...
Quando te tinha diante
Do meu olhar submerso
Não eras minha amante...
Eras o Universo...
Agora que te não tenho,
És só do teu tamanho.
Estavas-me longe na alma,
Por isso eu não te via...
Presença em mim tão calma,
Que eu a não sentia.
Só quando meu ser te perdeu
Vi que não eras eu.
Não sei o que eras. Creio
Que o meu modo de olhar,
Meu sentir meu anseio
Meu jeito de pensar...
Eras minha alma, fora
Do Lugar e da Hora...
Hoje eu busco-te e choro
Por te poder achar
Não sequer te memoro
Como te tive a amar...
Nem foste um sonho meu...
Porque te choro eu?
Não sei... Perdi-te, e és hoje
Real no [...] real...
Como a hora que foge,
Foges e tudo é igual
A si-próprio e é tão triste
O que vejo que existe.
Em que és [...] fictício,
Em que tempo parado
Foste o (...) cilício
Que quando em fé fechado
Não sentia e hoje sinto
Que acordo e não me minto...
[...] tuas mãos, contudo,
Sinto nas minhas mãos,
Nosso olhar fixo e mudo
Quantos momentos vãos
Pra além de nós viveu
Nem nosso, teu ou meu...
Quantas vezes sentimos
Alma nosso contacto
Quantas vezes seguimos
Pelo caminho abstrato
Que vai entre alma e alma...
Horas de inquieta calma!
E hoje pergunto em mim
Quem foi que amei, beijei
Com quem perdi o fim
Aos sonhos que sonhei...
Procuro-te e nem vejo
O meu próprio desejo...
Que foi real em nós?
Que houve em nós de sonho?
De que Nós fomos de que voz
O duplo eco risonho
Que unidade tivemos?
O que foi que perdemos?
Nós não sonhamos. Eras
Real e eu era real.
Tuas mãos - tão sinceras...
Meu gesto - tão leal...
Tu e eu lado a lado...
Isto... e isto acabado...
Como houve em nós amor
E deixou de o haver?
Sei que hoje é vaga dor
O que era então prazer...
Mas não sei que passou
Por nós e acordou...
Amamo-nos deveras?
Amamo-nos ainda?
Se penso vejo que eras
A mesma que és... E finda
Tudo o que foi o amor;
Assim quase sem dor.
Sem dor... Um pasmo vago
De ter havido amar...
Quase que me embriago
De mal poder pensar...
O que mudou e onde?
O que é que em nós se esconde?
Talvez sintas como eu
E não saibas senti-o...
Ser é ser nosso véu
Amar é encobri-o,
Hoje que te deixei
É que sei que te amei...
Somos a nossa bruma...
É pra dentro que vemos...
Caem-nos uma a uma
As compreensões que temos
E ficamos no frio
Do Universo vazio...
Que importa? Se o que foi
Entre nós foi amor,
Se por te amar me dói
Já não te amar, e a dor
Tem um íntimo sentido,
Nada será perdido...
E além de nós, no Agora
Que não nos tem por véus
Viveremos a Hora
Virados para Deus
E n'um (...) mudo
Compreenderemos tudo.
Amei-te e por te amar
Só a ti eu não via...
Eras o céu e o mar,
Eras a noite e o dia...
Só quando te perdi
É que eu te conheci...
Quando te tinha diante
Do meu olhar submerso
Não eras minha amante...
Eras o Universo...
Agora que te não tenho,
És só do teu tamanho.
Estavas-me longe na alma,
Por isso eu não te via...
Presença em mim tão calma,
Que eu a não sentia.
Só quando meu ser te perdeu
Vi que não eras eu.
Não sei o que eras. Creio
Que o meu modo de olhar,
Meu sentir meu anseio
Meu jeito de pensar...
Eras minha alma, fora
Do Lugar e da Hora...
Hoje eu busco-te e choro
Por te poder achar
Não sequer te memoro
Como te tive a amar...
Nem foste um sonho meu...
Porque te choro eu?
Não sei... Perdi-te, e és hoje
Real no [...] real...
Como a hora que foge,
Foges e tudo é igual
A si-próprio e é tão triste
O que vejo que existe.
Em que és [...] fictício,
Em que tempo parado
Foste o (...) cilício
Que quando em fé fechado
Não sentia e hoje sinto
Que acordo e não me minto...
[...] tuas mãos, contudo,
Sinto nas minhas mãos,
Nosso olhar fixo e mudo
Quantos momentos vãos
Pra além de nós viveu
Nem nosso, teu ou meu...
Quantas vezes sentimos
Alma nosso contacto
Quantas vezes seguimos
Pelo caminho abstrato
Que vai entre alma e alma...
Horas de inquieta calma!
E hoje pergunto em mim
Quem foi que amei, beijei
Com quem perdi o fim
Aos sonhos que sonhei...
Procuro-te e nem vejo
O meu próprio desejo...
Que foi real em nós?
Que houve em nós de sonho?
De que Nós fomos de que voz
O duplo eco risonho
Que unidade tivemos?
O que foi que perdemos?
Nós não sonhamos. Eras
Real e eu era real.
Tuas mãos - tão sinceras...
Meu gesto - tão leal...
Tu e eu lado a lado...
Isto... e isto acabado...
Como houve em nós amor
E deixou de o haver?
Sei que hoje é vaga dor
O que era então prazer...
Mas não sei que passou
Por nós e acordou...
Amamo-nos deveras?
Amamo-nos ainda?
Se penso vejo que eras
A mesma que és... E finda
Tudo o que foi o amor;
Assim quase sem dor.
Sem dor... Um pasmo vago
De ter havido amar...
Quase que me embriago
De mal poder pensar...
O que mudou e onde?
O que é que em nós se esconde?
Talvez sintas como eu
E não saibas senti-o...
Ser é ser nosso véu
Amar é encobri-o,
Hoje que te deixei
É que sei que te amei...
Somos a nossa bruma...
É pra dentro que vemos...
Caem-nos uma a uma
As compreensões que temos
E ficamos no frio
Do Universo vazio...
Que importa? Se o que foi
Entre nós foi amor,
Se por te amar me dói
Já não te amar, e a dor
Tem um íntimo sentido,
Nada será perdido...
E além de nós, no Agora
Que não nos tem por véus
Viveremos a Hora
Virados para Deus
E n'um (...) mudo
Compreenderemos tudo.
domingo, 21 de agosto de 2011
Dia de folga.....
Mais um dia maravilhoso com chuva. Mas com muito amor eu e a minha linda mulher sempre juntos embaixo das cobertas.....kkkk.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Hei!!!
Linda Estrela!!!
Aquela que faz de simples dias
Dias especiais.
Que ilumina
A profunda escuridão.
Você é a razão da beleza
Do encanto e da magia.
Você é a presença da ternura
Com jeito de atrevida
Ou com rosto de Anjo.
Você é uma estrela
Aos olhos de Deus...
Linda estrela
Repleta de Sabedoria
E compreensão.
Você sabe seduzir
Sabe conquistar...
Sem seu brilho
A beleza não existiria
O encanto não seduziria.
Seus olhos
Hipnotizam a todos a sua volta.
Seu sorriso é a arma
Que acerta o alvo
Chamado Corações,
Que facilmente se torna dona deles.
Porque és um estrela abençoada
Estrela chamada
ERICA.
Linda Estrela!!!
Aquela que faz de simples dias
Dias especiais.
Que ilumina
A profunda escuridão.
Você é a razão da beleza
Do encanto e da magia.
Você é a presença da ternura
Com jeito de atrevida
Ou com rosto de Anjo.
Você é uma estrela
Aos olhos de Deus...
Linda estrela
Repleta de Sabedoria
E compreensão.
Você sabe seduzir
Sabe conquistar...
Sem seu brilho
A beleza não existiria
O encanto não seduziria.
Seus olhos
Hipnotizam a todos a sua volta.
Seu sorriso é a arma
Que acerta o alvo
Chamado Corações,
Que facilmente se torna dona deles.
Porque és um estrela abençoada
Estrela chamada
ERICA.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim
Meu coração
Sem direcção
Voando só por voar
Sem saber onde chegar
Sonhando em te encontrar
E as estrelas
Que hoje eu descobri
No seu olhar
As estrelas vão-me guiar
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez perdesse os sonhos
Dentro de mim
E vive-se na escuridão
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez não visse flores
Por onde eu vi
Dentro do meu coração
Hoje eu sei
Eu te amei
No vento de um temporal
Mas fui mais
Muito além
Do tempo do vendaval
Dos desejos de um beijo
Que eu jamais provei igual
E as estrelas dão um sinal
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez perdesse os sonhos
Dentro de mim
E vive-se na escuridão
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez não visse flores
Por onde eu vim
Dentro do meu coração
Meu coração
Sem direcção
Voando só por voar
Sem saber onde chegar
Sonhando em te encontrar
E as estrelas
Que hoje eu descobri
No seu olhar
As estrelas vão-me guiar
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez perdesse os sonhos
Dentro de mim
E vive-se na escuridão
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez não visse flores
Por onde eu vi
Dentro do meu coração
Hoje eu sei
Eu te amei
No vento de um temporal
Mas fui mais
Muito além
Do tempo do vendaval
Dos desejos de um beijo
Que eu jamais provei igual
E as estrelas dão um sinal
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez perdesse os sonhos
Dentro de mim
E vive-se na escuridão
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez não visse flores
Por onde eu vim
Dentro do meu coração
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Sei,
Que mesmo sem você
As estrelas vão brilhar,
A lua vai aparecer
O sol vai nascer
Vou novamente me apaixonar,
O mundo não vai parar de girar
Os sonhos não vão deixar de existir
Sei que mesmo sem você
Vou ter que viver,
Vou ter que sonhar,
Vou ter que crescer.
O tempo não volta,
O tempo não para,
O tempo só passa
A fisionomia se muda
O olhar a acompanha.
Sei que,
Podem anos se passar
Pois jamais vou conseguir
DEIXAR DE TE AMAR!!!
Que mesmo sem você
As estrelas vão brilhar,
A lua vai aparecer
O sol vai nascer
Vou novamente me apaixonar,
O mundo não vai parar de girar
Os sonhos não vão deixar de existir
Sei que mesmo sem você
Vou ter que viver,
Vou ter que sonhar,
Vou ter que crescer.
O tempo não volta,
O tempo não para,
O tempo só passa
A fisionomia se muda
O olhar a acompanha.
Sei que,
Podem anos se passar
Pois jamais vou conseguir
DEIXAR DE TE AMAR!!!
sábado, 17 de abril de 2010
Os Três Mal-Amados
O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome.
O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos.
O amor comeu meus remédios, minhas receitas médicas, minhas dietas. Comeu minhas aspirina, minhas ondas-curtas, meus raios-X. Comeu meus testes mentais, meus exames de urina.
O amor comeu na estante todos os meus livros de poesia. Comeu em meus livros de prosa as citações em verso. Comeu no dicionário as palavras que poderiam se juntar em versos.
Faminto, o amor devorou os utensílios de meu uso: pente, navalha, escovas, tesouras de unhas, canivete. Faminto ainda, o amor devorou o uso de meus utensílios: meus banhos frios, a ópera cantada no banheiro, o aquecedor de água de fogo morto mas que parecia uma usina.
O amor comeu as frutas postas sobre a mesa. Bebeu a água dos copos e das quartinhas. Comeu o pão de propósito escondido. Bebeu as lágrimas dos olhos que, ninguém o sabia, estavam cheios de água.
O amor voltou para comer os papéis onde irrefletidamente eu tornara a escrever meu nome.
O amor roeu minha infância, de dedos sujos de tinta, cabelo caindo nos olhos, botinas nunca engraxadas. O amor roeu o menino esquivo, sempre nos cantos, e que riscava os livros, mordia o lápis, andava na rua chutando pedras. Roeu as conversas, junto à bomba de gasolina do largo, com os primos que tudo sabiam sobre passarinhos, sobre uma mulher, sobre marcas de automóvel.
O amor comeu meu Estado e minha cidade. Drenou a água morta dos mangues, aboliu a maré. Comeu os mangues Crespo e de folhas duras, comeu o verde ácido das plantas de cana cobrindo os morros regulares, cortados pelas barreiras vermelhas, pelo trenzinho preto, pelas chaminés. Comeu o cheiro de cana cortada e o cheiro de maresia. Comeu até essas coisas de que eu desesperava por não saber falar delas em verso.
O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala.
O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.
O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome.
O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos.
O amor comeu meus remédios, minhas receitas médicas, minhas dietas. Comeu minhas aspirina, minhas ondas-curtas, meus raios-X. Comeu meus testes mentais, meus exames de urina.
O amor comeu na estante todos os meus livros de poesia. Comeu em meus livros de prosa as citações em verso. Comeu no dicionário as palavras que poderiam se juntar em versos.
Faminto, o amor devorou os utensílios de meu uso: pente, navalha, escovas, tesouras de unhas, canivete. Faminto ainda, o amor devorou o uso de meus utensílios: meus banhos frios, a ópera cantada no banheiro, o aquecedor de água de fogo morto mas que parecia uma usina.
O amor comeu as frutas postas sobre a mesa. Bebeu a água dos copos e das quartinhas. Comeu o pão de propósito escondido. Bebeu as lágrimas dos olhos que, ninguém o sabia, estavam cheios de água.
O amor voltou para comer os papéis onde irrefletidamente eu tornara a escrever meu nome.
O amor roeu minha infância, de dedos sujos de tinta, cabelo caindo nos olhos, botinas nunca engraxadas. O amor roeu o menino esquivo, sempre nos cantos, e que riscava os livros, mordia o lápis, andava na rua chutando pedras. Roeu as conversas, junto à bomba de gasolina do largo, com os primos que tudo sabiam sobre passarinhos, sobre uma mulher, sobre marcas de automóvel.
O amor comeu meu Estado e minha cidade. Drenou a água morta dos mangues, aboliu a maré. Comeu os mangues Crespo e de folhas duras, comeu o verde ácido das plantas de cana cobrindo os morros regulares, cortados pelas barreiras vermelhas, pelo trenzinho preto, pelas chaminés. Comeu o cheiro de cana cortada e o cheiro de maresia. Comeu até essas coisas de que eu desesperava por não saber falar delas em verso.
O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala.
O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.
Amor não é se envolver com a pessoa perfeita,
aquela dos nossos sonhos.
Não existem príncipes nem princesas.
Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos.
O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser.
aquela dos nossos sonhos.
Não existem príncipes nem princesas.
Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos.
O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Como Te Amo !
Te amo, nas longas horas da noite vadia
Nos canto das aves ao alvorecer
Na dor da saudade em lenta agonia
Na esperança renovando à alegria de viver.
Nas nuvens que passam sob o céu colorido
No sol que brilha sobre as ondas do mar
Na primavera em flor onde tudo é mais lindo
Nas estrelas cintilando à luz do luar.
Te amo, nas fontes de águas cristalinas
Nos sinos que dobram convidando à rezar
Na crença inabalável nas criações divinas
No adeus comovente que nos leva a chorar.
No perfume suave que nunca se esquece
No sol iluminando as praias de verão
Na chama ardente que a paixão aquece
No beijo que incendeia e dispara o coração.
Te amo, no berço da gloria ou desilusão
No rastro de luz da estrela que guia
No sabor da vitória ou na rendição
Na hora sagrada da Ave Maria.
No vale dos sonhos onde a paz permanece
Na chuva fertilizando à terra abençoada
Nas mãos que se unem em forma de prece
Nas árvores frondosas florescendo na estrada.
Te amo, no tempo de vigília ou sonhando
Na melodia que o coração enternece
Na espumas da ondas as dunas beijando
No perdão verdadeiro que magoas esquece.
Na liberdade sonhada de poder ir e vir
No deserto escaldante que faz delirar
No carisma constante do teu lindo sorrir
Na ternura que existe em teu meigo olhar.
Te amo, presente, ausente ou distante
Na saúde plena e nos momentos de dor
No teu charme sensual faceiro e excitante
No jeito insinuante de querer fazer amor.
Te amo, hoje, amanhã e no infinito
Sem questionar o que possa acontecer
Pois és para mim o que existe de mais lindo
Meu sonho mais sublime e razão de viver.
Te amo, nas longas horas da noite vadia
Nos canto das aves ao alvorecer
Na dor da saudade em lenta agonia
Na esperança renovando à alegria de viver.
Nas nuvens que passam sob o céu colorido
No sol que brilha sobre as ondas do mar
Na primavera em flor onde tudo é mais lindo
Nas estrelas cintilando à luz do luar.
Te amo, nas fontes de águas cristalinas
Nos sinos que dobram convidando à rezar
Na crença inabalável nas criações divinas
No adeus comovente que nos leva a chorar.
No perfume suave que nunca se esquece
No sol iluminando as praias de verão
Na chama ardente que a paixão aquece
No beijo que incendeia e dispara o coração.
Te amo, no berço da gloria ou desilusão
No rastro de luz da estrela que guia
No sabor da vitória ou na rendição
Na hora sagrada da Ave Maria.
No vale dos sonhos onde a paz permanece
Na chuva fertilizando à terra abençoada
Nas mãos que se unem em forma de prece
Nas árvores frondosas florescendo na estrada.
Te amo, no tempo de vigília ou sonhando
Na melodia que o coração enternece
Na espumas da ondas as dunas beijando
No perdão verdadeiro que magoas esquece.
Na liberdade sonhada de poder ir e vir
No deserto escaldante que faz delirar
No carisma constante do teu lindo sorrir
Na ternura que existe em teu meigo olhar.
Te amo, presente, ausente ou distante
Na saúde plena e nos momentos de dor
No teu charme sensual faceiro e excitante
No jeito insinuante de querer fazer amor.
Te amo, hoje, amanhã e no infinito
Sem questionar o que possa acontecer
Pois és para mim o que existe de mais lindo
Meu sonho mais sublime e razão de viver.
ESCORPIÃO
(23/10 a 21/11)
(23/10 a 21/11)
LIBRA
(23/09 a 22/10)
(23/09 a 22/10)
quarta-feira, 14 de abril de 2010
ESCORPIÃO
(23/10 a 21/11)
(23/10 a 21/11)
LIBRA
(23/09 a 22/10)
(23/09 a 22/10)
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domingo, 11 de abril de 2010
Para o Carlos
Querido Carlos,
você sabe que eu te amo, mas como eu poderia deixar de amar alguém tão destemido e corajoso, alguém que traz impressa no próprio nome a marca da hombridade e da virilidade? Sabia que Carlos significa "homem", "viril"?
Pois é isso mesmo, meu amor. Pesquisei a origem deste seu nome forte e belo e apenas confirmei tudo o que eu já sabia ao seu respeito. O significado do seu nome só me trouxe mais uma vez a certeza da sua força e do seu dinamismo, a certeza de que ao ser batizado você recebeu o nome mais adequado à sua especialíssima personalidade.
Carlos, adoro os seus modos decididos e másculos, adoro a segurança que cada um dos seus gestos me transmite.
Querido Carlos, sei que você é uma pessoa que não perde as boas oportunidades da vida por desatenção ou por medo. Então, fique atento para o que eu vou lhe dizer agora: saiba que ao meu lado você será sempre muito feliz, pois eu tenho a convicção de que jamais estaria tão segura ao lado de outro alguém, e também sei que você não encontrará, em nenhum outro coração, um amor do tamanho do meu.
Receba um beijo carinhoso da, sua MULHER ERICA VANESSA....
Querido Carlos,
você sabe que eu te amo, mas como eu poderia deixar de amar alguém tão destemido e corajoso, alguém que traz impressa no próprio nome a marca da hombridade e da virilidade? Sabia que Carlos significa "homem", "viril"?
Pois é isso mesmo, meu amor. Pesquisei a origem deste seu nome forte e belo e apenas confirmei tudo o que eu já sabia ao seu respeito. O significado do seu nome só me trouxe mais uma vez a certeza da sua força e do seu dinamismo, a certeza de que ao ser batizado você recebeu o nome mais adequado à sua especialíssima personalidade.
Carlos, adoro os seus modos decididos e másculos, adoro a segurança que cada um dos seus gestos me transmite.
Querido Carlos, sei que você é uma pessoa que não perde as boas oportunidades da vida por desatenção ou por medo. Então, fique atento para o que eu vou lhe dizer agora: saiba que ao meu lado você será sempre muito feliz, pois eu tenho a convicção de que jamais estaria tão segura ao lado de outro alguém, e também sei que você não encontrará, em nenhum outro coração, um amor do tamanho do meu.
Receba um beijo carinhoso da, sua MULHER ERICA VANESSA....
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